»

Rumo ás estrelas

Tentava sentir baixinho
mas o amor fala alto,
mesmo quando silencia.

— Ana Jácomo (via enttreaspas)

1 day ago · 40 · reblog
E por mais forte que você seja, por mais determinação que você tenha pra esquecer aquilo, chega uma hora que você sente falta, sente vontade de botar o orgulho de lado e dizer a ela que apesar da distância o amor continua igual.

Tati Bernardi.    (via re-can-to)

1 day ago · 4755 · reblog
Vou embora querendo alguém que me diga pra ficar. Estou sempre de partida, malas feitas, portas trancadas, chave em punho. No fundo eu quero dizer “Me impede de ir. Fica parado na minha frente e fala que eu tenho lugar por aqui, que não preciso abandonar tudo cada vez que a solidão me derruba. Me ajuda a levar a vida menos a sério, porque é só vida, afinal.” E acabo calada, porque não faz sentido dizer tudo isso sem ter pra quem.

— Verônica H. (via aprendizderomeu)

1 day ago · 566 · reblog
Apenas seguir em frente. Primeiro, porque nenhum amor deve ser mendigado. Segundo, porque todo amor deve ser recíproco.

— Martha Medeiros (via aprendizderomeu)

1 day ago · 3572 · reblog
Pensei em suicídio. Mas não havia porquê… Afinal, o que em mim ainda não estava morto?!

— Céu.    (via que-seja-agridoce)

1 day ago · 3683 · reblog

Muito interessante, vale a pena ver

1 day ago · 8 · reblog
É fácil achar a felicidade. Ela pode estar em um bambolê. Um sorriso já é o começo… Nós que complicamos a vida e achamos que encontrar a felicidade também é complicado. Somos imaturos a esse ponto. Eu sou.

Thayná Ferreira (via almeijar)

1 day ago · 33 · reblog
É fácil achar a felicidade. Ela pode estar em um bambolê. Um sorriso já é o começo… Nós que complicamos a vida e achamos que encontrar a felicidade também é complicado. Somos imaturos a esse ponto. Eu sou.

Thayná Ferreira (via almeijar)

1 day ago · 33 · reblog
Vou olhar os caminhos.
O que tiver mais coração, eu sigo.

— Caio Fernando Abreu.  (via realidadelimitada)

1 day ago · 84 · reblog
Eu achava bonita essa coisa dos olhos mostrarem o amor que nós sentimos pela outra pessoa. Eu escrevia textos sobre isso. Como assim os olhos vão mostrar que eu amo alguém? Eles brilham, mesmo? Enfim, eu não sabia que não é tão bonito assim, em algumas situações. Na minha, por exemplo. Há tantos exemplos aí, tantas histórias iguais ou parecidas às minhas, eu sei, mas eu insisto em escrever sobre os clichês que são meus e, na verdade, dos outros também. Eu achava bonito, mesmo, até que te conheci. Mais precisamente: até que te amei. Eu amo, sim. E os meus olhos não podem mostrar isso. No outro dia, o nosso amigo, que nem é tão chegado assim, tu sabes, perguntou-me se eu te amava. Meu Deus, eu fiquei sem saber o que responder. Eu não o amo e eu não te amo, são as frases que eu mais repito, ultimamente. E então, foi isso que eu respondi. Eu-não-o-amo. Tal como digo que não te amo, encarando-te, mesmo sabendo que tu sabes tão bem quanto eu que sim. E ele, com um sorriso falou: coloca-te na frente de um espelho, pensa nele e olha para os teus próprios olhos – eles brilham. Quando cheguei a casa, por mais inútil que pareça, eu fiz isso mesmo. E sabes? É verdade. Eles brilham.

— Danniela F. (via re-alejar)

1 day ago · 70 · reblog
Disse que era cautela demais andar cabisbaixa
E tropeçou
Em si.

— Céu, em passagem literária (via c-e-u)

3 days ago · 391 · reblog
Acordei no meio da noite e, ainda dispersa vasculhei meu quarto a procura das cartas que me mandara. Eu estava com frio, fome e medo. Esquecendo , por um curto período de tempo meu medo, após achar as cartas, ainda sentia teu perfume nelas, não sei se por ilusão ou se ainda tinha restado mesmo algum cheiro. Abracei-as contra o peito, acho que com a expectativa de que algum modo elas entrassem em meu corpo ou me acolhessem com um abraço. Naquela noite de frio, aquelas cartas, meras folhas de papel, pareciam queimar e, mesmo na penumbra da noite eu enxergava sua letra sobre elas. Manchei com as minhas lágrimas uma carta ou duas e juro, juro mesmo, me arrependi de te-las molhado, esperava mante-las intactas. Eu não tinha mais fome, nem frio, suas palavras, de algum modo me preencheram. Entraram pelas minhas entranhas, meu corpo contorcia-se com sua força, minhas unhas rasgavam-me a pele e eu via o sangue brotar por entre meus dedos. E no meio do silêncio daquela noite me vi embolando algumas palavras, num sussuro, mas, todas se referiam á uma só coisa. Doía minha carne e minha mente, agrupei as palavras e, então as entendi. Pude perceber que tudo aquilo era uma coisa só. E mesmo sem voz, pude dizer, antes de adormecer, num último sussurro o que sentia. Saudade.

— Luisa Helena

3 days ago · 1 · reblog
Revelei
a
foto
que
você
bateu.
Quem

no
foco
é
você,
o
desfocado
sou
eu.

— (via alumiada)

3 days ago · 420 · reblog
Na minha eternidade cabe nós. Cabe eu e minha família. Eu e meus amigos. Os de perto, os de longe, os do outro lado da tela do computador. Cabe os dias bonitos. Cabe os choros divididos, os risos compartilhados, os abraços jamais esquecidos. Cabe os laços, cabe as luzes, as memórias e suas saudades.

— Cris Carvalho (via enttreaspas)

3 days ago · 18 · reblog
Antes de entrar no amor verifique se o mesmo encontra-se parado neste andar.

— Tati   (via cativei)

3 days ago · 133 · reblog
1 2 3 4 5 next »
theme+base+inspiração